terça-feira, 19 de junho de 2012

se o filho vós liberta verdadeiramente sereis livre LIBERTAÇÃO Quantos hoje por não acreditar na libertação, estão nas igrejas é verdade, mas continuam cheios de problemas. IS. 5: 13. O que leva muitos a estar nas igrejas e não aceitar a libertação. II CO. 4: 3 e 4. Entre todas as obras que Jesus veio fazer na terra, uma delas é trazer a benção da libertação. LC.4: 18; JÕ. 8: 31 a 36; GL. 5: 1; IS: 61: 1. O que não entendemos é que como alguém pode acreditar que Jesus libertava no passado e hoje no presente não acredita que a igreja que é o corpo do senhor Jesus possa fazer a mesma coisa: Libertar. RM. 12: 4 a 8; I CO. 10: 16 e 17. A libertação faz parte da autoridade que a igreja tem por ser corpo do senhor Jesus. LC. 10: 18 a 20; MT. 16: 18 e 19. A outra razão porque muitos não crêem na libertação é porque são sábios e entendidos. A libertação não foi revelada aos sábios e entendidos deste mundo. LC.10: 21; I CO. 1: 27 a 29. A libertação sempre esteve presente na primeira igreja. AT. 16: 16 a 18; AT.8: 7. Muitos podem perguntar: o que tenho que fazer para orar e as pessoas serem libertas? MT. 17: 4 a 21. Também para fazer oração com imposição de mãos e haver libertação é preciso estar em consagração para ter autoridade. I TM.5: 22; AT. 19: 13 a 16. Muito se discute sobre os homens que expulsam demonios, dizer estar amarrando. Dizem por ai que isto é heresia, vamos ver o que diz a palavra. MC.3: 20 a 2 O termo libertação significa procurar a liberdade de forças que oprimam a pessoa, forças estas que no entender da IGREJA são muito mais sobrenaturais do que naturais e, por conseguinte, as formas de lidar com elas são fundamentalmente espirituais. Na visão da IGREJA, muitos dos males que assolam a humanidade (como doenças, violência, depressão, solidão, fome, privações, desemprego, pobreza e vícios) e, em particular, aos que não seguem Jesus Cristo, são associados a obras de demônios ou espíritos caídos (chamados, em alguns casos, de "encostos"). Tais espíritos podem atuar diretamente na pessoa, através de uma "possessão" demoníaca, ou ao redor dela, conspirando contra ela, através de outras pessoas ou circunstâncias (opressão). A ação de tais espíritos pode ser facilitada através de brechas. Entre elas estão a "falta de comunhão com Deus", "pecado", "maldição hereditária", "maldição proferida": inveja e mal olhado, "maldição mandada": trabalhos e feitiços de bruxaria, feitiçaria, macumbaria, magia negra, “comidas oferecidas à ídolos” e o "envolvimento direto com os espíritos". Um reflexo direto de tal crença é a ênfase dada ao exorcismo e ritos de repreensão do mal, presentes na quase totalidade dos cultos e celebrações da IURD. É também notória tal preocupação na forma da oração, que, além de pedir a Deus que afaste o mal, às vezes dirige palavras de repúdio diretamente a tais entidades espirituais malignas. A libertação é praticada com base no ministério de Jesus Cristo e seus discípulos que também expulsavam "demônios" segundo os evangelhos segundo Mateus 8.28, 9.32, 10.8, 17.14, Marcos 3.15, 6.13, 7.24, 9.38, 16.9, 16.17 e Lucas 8.2, 10.17

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